5.2.08

Junceda

Quando a Rita cá esteve tentamos fazer um trilho do meu livro sobre Caminhadas no Gerês.
O Trilho dos Ursos. Pensando bem, o nome era genial, porque houve 5 ursos que se desorientaram e se perderam. Sim, num trilho tão pequeno.


Bushmill's da noite anterior e uma condição física meia podre:


Discovery style (where, oh where is the trail?):
Lá em baixo, Vilarinho das Furnas, em tempo de seca, quase a descoberto (mas na foto não dá para ver):


[as fotos são todas do Zvo]

speaking of which

Eis a razão pela qual mandei vir este filme.
Também eu estou numa de home movies. E como eu tenho a terrível característica de esquecer a maior parte dos filmes que vejo (fora aqueles em que adormeço a meio - genes paternos, pois claro) vê-los em casa torna-se bastante mais vantajoso. Mas é divertido ver filmes que eu sei que gostei over and over and over again.

4.2.08

Madeira, 2004









Na terra onde as 4 estações acontecem todas no mesmo dia. Quem diz que na Madeira há sempre bom tempo nunca subiu à montanha.

Tiles from Portugal


É meu é meu!


Estou muito feliz com o meu livrinho, vou passar a viagem de regresso a lê-lo, seguramente.

E a imaginar colagens que poderei fazer agora com as dezenas de padrões digitalizados que o acompanham!

M. Night Shyamalan

Não tenho o hábito de ver filmes em casa. Já tive mais o de ir ao cinema, mais o tempo e mais o dinheiro.
Os últimos que tenho visto, vejo-os acompanhada, e bem. Tenho problemas de expectativa e de ignorância cinéfila, por isso preciso de um empurrão de quem entende melhor.

Há dois dias atrás vimos "The Village".
Adorei. Adorei e tu também vais adorar, se ainda não viste.
Tudo é inesperado, tudo acontece a alturas em que não era suposto acontecer e tem uma bela moral por trás, uma moral romântica e enfim. Típica nossa, típico "conseguimos mesmo tudo o que queremos".
Ontem vimos "Unbreakable", muito meu estilo. Nos dois extremos dos comics encontramos sempre um herói e um vilão. Normalmente um fisicamente forte e capaz e outro cerebralmente forte e capaz, respectivamente. Normalmente, ambos com uma coisa em comum.
Aqui, um "menino de vidro" procura o seu lugar no mundo em função dos comics que lê. Se ele não pode nunca ser o herói, o que poderá ele ser? O vilão? Esta é a busca, a procura que depois de muitas tragédias, termina num herói dos nossos dias, e num vilão dos nossos dias.

3.2.08

the email's draftbox

Batalha?

De expressões? You think you can beat me, mister? Olha que eu soue do Nuorte!

O tal de Zvon, é correntemente conhecido por Zvo, mas Zvon até não estaria muito errado porque vem de Zvonimir. Boban. O Zvo é um menino grande que continua a ser menino e grande, ao mesmo tempo. Se é que isso é possível, mas ele consegue. É de conhecer, é de conhecer, mas eu sou suspeita claro. Nunca se diz que não a fins de semana nas montanhas, pois não? ;)

Bolas. Creio que estou a ficar com sono. Eu sou o sono, o sono é eu. sou eu. whatever. Sempre fui de dormir muito. Às vezes sinto-me culpada por querer dormir tanto e tento-me controlar, mas a luz do dia dá-me vontade de dormir e de não fazer nada o dia todo. Os dias chuvosos também. Gosto de estar acordada em noites escuras, cerradas e frescas e secas. As quentes dão vontade de beber bejeca e jogar às cartas e tocar guitarra a noite toda. Logo, as noites de trabalho são muito raras.

Eu, o que mais chateava os meus pais, era o ritmo com que comia. Demorava sempre 2 ou 3 horas, e a frase que mais ouvi na minha infância era "Despacha-te a comer, senão enfio-te a comida pelas goelas abaixo." Ainda hoje sou sempre a última a acabar de comer, quando as pessoas se estão a servir da sobremesa, eu ainda me estou a servir pela 2ª vez. É um clássico, já ninguém espera por mim. Tirando, quando não tenho vontade nenhuma de comer, ou de estar à mesa, suponho. Aí como tão depressa, que depois fico com azia.



--
Há coisas neste mail que eu não percebo. Tais como o destinatário e até os intervenientes disto que mais parece uma conversa. E tenho dificuldades em distinguir as minhas partes das outras.
Ou será que era eu a falar com o meu outro eu?

27.1.08


Depois de um desktop que comemorava o ano dos bolos - made in fabrico próprio - tive de o alterar e pôr um alerta amarelo que me lembre constantemente dos prazos que agora, tenho MESMO que cumprir...
Preciso de sorte e de muitos mais pontapés no rabo aqui da coleguinha Joui!

24.1.08


Hoje fico por cá. Vou tratar de tudo o que tenho pendente para me afundar nas coisas que realmente têm de ser feitas a partir de amanhã. Hoje vou fazer colagens, escrever e-mails e cartas, fotografar cartas topográficas e escrever trabalhos.

De Bobi & Bobi

23.1.08

fili-gr-ama


sms 1: para evitar o choque civilizacional de uma bracarense e um setúbalense, nada mais equilibrado que um ano de vida em Viana do Castelo, com mar e trajes bonitos!

re-sms 1: qual choque...mas sim, podia ser!

sms 2: o nosso negócio aqui seria sucesso!

re-sms 2: hmm...vou alugar aqui o apartamento e as garagens e mudo-me praí?ok. quando?

sms 3: em agosto vens às festas, sondas as ruas e o design. em outubro instalamo-nos!

do polvo


adoro polvos.
apesar de os achar horrendos quando vivos e viscosos e nada hirtos
a fluídez do desenho do polvo faz-me adorar a imagem gráfica do bicho!
então
o meu animal preferido é o orangotango...ou o cavalo marinho
mas o meu animal desenhado preferido, é, sem dúvida, o belo do polvo.
tenho dito!

este belo exemplar de um polvo de nove tentáculos é de uma belíssima ilustradora que conheci hoje, a Genine! Mais dela aqui.

65. Get myself a bike to ride around in Braga

É azul. Não tem mudanças e parte-me toda quando ando em caminhos nivelados, o que fará em subidas? Mas virá uma melhor, eventualmente. Até lá, a minha é bem bonita e bem útil.

(depois ponho uma foto personalizada)

18.1.08

joe sacco


Já terminei há uns tempos o "Safe Area Gorazde" do Joe Sacco, e não o queria deixar em branco: é um dos livros da minha vida.
Joe Sacco é muito inovador no que faz, conta histórias reais em banda desenhada. Não inventa personagens, não inventa situações, toda a gente já sabe que a realidade é bem mais macabra e bizarra que a ficção que caracterizou os inícios da BD.
Já tinha lido Palestine e sentido a mesma coisa. Que é transmitida a história sem qualquer parcialidade, Joe Sacco lida com ambos os lados do confronto e assim vemos como todos somos humanos, manipuláveis, e terríveis.
Este em particular chocou-me por saber tão pouco sobre uma história recente. Os manuais de história deveriam ser assim. Este livro é cheio de ironia, heróis, humor e lágrimas. Li coisas impensáveis, a atitude do ocidente frente a um genocidio sendo uma delas.

Aconselhávelíssimo.

14.1.08

speaking of mornings

Hoje, na meia de leite, aquilo que tornaria as minhas manhãs no exacto oposto do que têm sido nos últimos tempos: sleeping in até não poder mais e ronha matinal, sendo que matinal tem tido tendência tornar-se num conceito abstracto.

11.1.08

Inspirada pelos olhos com barriga


E pela barrigada de chocolate branco, cheguei a casa e fiz queques e pão de banana para o lanche do fim de semana

10.1.08

Olhos com Barriga


O novo blog da Joui vai dar os primeiros passos na cozinha!

8.1.08

bom dia

estou perdida de sono. gosto mesmo do novo template.
estou mesmo perdida de sono.
mas lembrei-me de uma coisa. não paro de ouvir a ausência. de a cantar. a solidão é um sina, e há muito tempo que deixei de gostar de pontos finais, salvo seja.
de pontos sinais gosto, os que marcam a sina.

antónio era agricultor.
velho, encovado, viúvo. mãos gretadas, pele seca e morena, ainda assim sempre luminosa. era do sorriso. antónio não tinha nada, cultivava o que comia, vivia sozinho, ia à vila ao Domingo para a missa e regressava à vida de todos os dias. o velho não tinha nada, e sorria sempre, o tolo. alguns chamavam-lhe o tó tolo, mas não, mas não. antónio semeava as batatas, as couves, os tomates juntamente com um segredo que guardava desde sempre. antónio semeava memórias. antónio tinha a inacreditável capacidade de semear, regar, cuidar e colher memórias. semeava uma coisa e, por vezes, colhia outra. nunca a semente nos traz o que esperamos, mas era só querer. era só querer lembrar-se do almoço farto do dia anterior, era só querer lembrar-se dos netos que não tem, que estão na escola e já vêm jantar. o velho, o cabrão do velho sortudo, imaginava os seus pontos sinais e recordava-os feliz como se os viver ainda há pouco.
esperava
colhia
e vivia
e depois sonhava mais alto
e semava
colhia
e vivia.

esta vida são dois dias
e nós podemos mesmo fazer tudo o que quisermos

7.1.08

Ausência

si asa um tivesse
pa voa na esse distancia
si um gazela um fosse
pa corre sem nem um cansera

anton ja na bo seio
um tava ba manche
e nunca mas ausencia
ta ser nos lema

ma so na pensamento
um ta viaja sem medo
nha liberdade um te'l
e so na nha sonho

na nha sonho mieforte
um tem bo protecao
um te so bo carinho
e bo sorriso

ai solidao to'me
sima sol sozim na ceu
so ta brilha ma ta cega
na se clarao
sem sabe pa onde lumia
pa onde bai
ai solidao e un sina...

- Cesária Évora

5.1.08

No Novo Ano



Fizemos pão caseiro

Olá

4.1.08

47. Pay off my debts

Se não houver reclamações, já está.

E com isso, ainda vou à Madeira :)

para começar o ano

91. Cut my hair short.

2.1.08

Faca e Alguidar

[Carolina]
O meu amor é tão lindo
Ai ó ai la ri ló lé la
Como a rosa quando abre
Ai ó ai la ri ló lô

[António]
Onde vais ó Carolina?
'spera aí que eu também vou

[Carolina]
Vou à horta a colher couves
que a minha avó me mandou


[Carolina]
Antoninho, cravo roxo
não entres no meu quintal
vem o dono, dá-te um tiro
que te pode fazer mal

[Coro]
Ao portal do seu quintal
deitou-lhe o braço por cima
[António]
- tu andas pra te casar
não mo neques Carolina


[António]
Toma lá esta facada
vai dizê-lo a tei irmão
e vai-lhe sempre dizendo
que ta dei no coração


[Coro]
Deitou-lhe o lenço por baixo
Para o sangue não correr
deitou-lhe as faces abaixo
pra ninguém a conhecer


[Coro]
A pobre da Margarida
Ai ó ai la ri ló lé la
Chora que mete terror
Ai ó ai la ri ló lô


Mataram-lhe a sua filha
Ai ó ai la ri ló lé la
Por causa do seu amor
Ai ó ai la ri ló lô


Uxu Kalhus

26.12.07

2/20

19.12.07

15.12.07

14.12.07

3

13.12.07

4

a surviving beauty
the rose actress

12.12.07

5

fica quieto - disse
não posso ficar assim a vida toda
i refuse

11.12.07

6

should be every day

há um ano, no mesmo dia

9.12.07

7


i stood in the dim light
and waited

8.12.07

Laura

Nos degraus de Laura,
No quarto das danças

(na rua os meninos brincavam e Laura, na sala de espera, inda o ar educa)

Quando o impenetrável deixa de o ser
Agora lembro-me
quando começas a viver o que não é vivível
a amar o que não é amável
é altura de mudar o imutável
dizia o outro.

mas não interessa agora, são só músicas
as músicas têm sido só músicas

e quando te agarras a uma memória esvazias tudo o resto

e soubessem o emaranhado de fios que está a minha cabeça agora
fazia uma cartolina preta como essa, quase branca
e não se entendia nada

7.12.07

jo, a adventista

a tua preferência pelo roxo está a pôr-me tolinha

põe-te fina, que já quiseram despedir o Tinky Winky por uma causa semelhante. mas o gajo resistiu e continua por aí, a espalhar pozinhos de dislexia pelas camadas juvenis.
nem tudo está perdido, portanto.

eu 3

e completamente dissociativa, já que falamos nisso

4.12.07

1/20



Já é meu!

2.12.07

ao ritmo de milhares de pensamentos por hora


não é possível que eu esteja sempre a pensar no que devia estar a pensar

30.11.07

item extra #1

Já te tinha avisado que isto ia acontecer.
Depois de lançar a minha lista, não consigo parar de encontrar outras coisas que queria meter lá. Ainda não passou muito mais de um mês e ela já está desactualizada. Mas é para isso que serve, não é? De ter uma sensação de metamorfose?

Quem diria há uns meses que eu agora iria ter vontade de fazer
uma colagem por semana?

o mote do dia

nada mais a calhar, no site da keri smith (onde é que eu andei este tempo todo?)

eu 2

Mais procedimental do que semântica, definitivamente.

expired

originally uploaded by tryred62

Hoje apetece-me a minha.
Sair destas quatro paredes recheadas de mesas cinzentas, luzes apáticas e ecrãs de computadores. Apanhar as botas pelo caminho e ir caminhar, caminhar, caminhar. Eu é mais montanhas e terra e sujidade e ar puro.
Ainda não consigo compreender muito bem como é que vim aqui parar.

eu

Minhota, de raça alentejana, com uns retoques marifontistas e uns salpicos de extraterrestre.

Tristes Europeus

d'isto

é chegar a casa depois dum serão dos bons
e o silêncio comer-te mais do que se tivesse passado a noite sozinha, a ouvi-lo
e haver qualquer coisa lá dentro mais vazio do que a cama fria
e saber porquê

assim se aguentam distâncias
de espaço, de tempo
mas não d'isso

c'est si simple

Devia ser Maio ou Junho, já não me lembro bem. Decerto que era Primavera, pela cronologia dos acontecimentos. O tempo tinha passado demasiado depressa, chegava ao fim e havia o desejo de o manipular para que não voasse daquela maneira. Oscilava entre uma certa nostalgia, procurava pastéis de nata e croissants de massa fofa para o pequeno-almoço, mas algo me dizia para estar alerta, que essa vontade ia acabar mal assentasse pé no chão.

Devia ser o fim de tarde desse dia. Entre uma ida à discoteca (biblioteca de discos) ou umas compras quaisquer para mais uma tainada lá em casa, a Chloé sentara-se no chão e contava-me os seus planos para depois. Com uma vontade tão definida como simples, o toque que eu nunca conseguiria dar a decisões daquele calibre.
Foi aí que percebi que sim, que era assim tão simples.

Agora, o tempo passa demasiado devagar. Mas há-de-lhe chegar o fim.
E eu sei o que é que vou fazer. Como ela sabia, naquele dia.

28.11.07

60. Comprar o livro de culinária do Jamie Oliver






Este item foi um pouco sabotado. No meu aniversário ofereceram-me outro livro de culinária que se adequa muito mais à minha gula








26. Percorrer o trilho das Minas dos Carris no Gerês











27.11.07

66. Comprar um caderno e uma caneta. Trazê-los sempre comigo.


Buy a notebook
Carry it at all times

26.11.07

Era uma green faxavor

Ora quem diria que somos mais verdes que a Nova-Zelândia?

23.11.07

:(
não me sinto nada bem.
comprei lápis de cera da giotto, 24 cores bonitas. comprei um livro de colorir pequenino. já pintei um veado lilás com presas cor da pele. e cascos azuis escuros. o céu ficou preto e o chão cinzento. no outro dia vi uns segundos de um documentário sobre savants. estimulavam-lhes determinadas áreas do cérebro e eles conseguiam contar estímulos em brevíssimas exposições, coisas loucas. que engraçado, precisava de uma estimulação assim.
comprei um bloco de papel branco A3 para fazer esquemas longos e coloridos e livres.
depois fui conhecer a nova fnac e vi josé carlos fernandes e joe sacco e will eisner e os livros mais lindos de história e da national geographic.
cheguei a casa, toquei flauta, pintei, vi morangos com açucar - a "inês" é a pior actriz dos últimos tempos - e comi uma dourada inteira, com esforço. tranquei-me no quarto, vou já deitar-me a seguir porque me apetece ficar insconciente quanto antes. e acordar e ser, sei lá, natal. afinal eu gosto do natal.
que bom que amanhã vou tão alto que espaireço toda.

22.11.07


joui, originally uploaded by riu piu piu.

What they've seen is just a beam of your sun that banishes winter

Let us go! Though we know it's a hopeless endeavor
The ties that bind, they are barbed and spined and hold us close forever
Though there is nothing would help me come to grips with a sky that is gaping and yawning
There is a song I woke with on my lips as you sailed your great ship towards the morning

18.11.07

The Bell Jar


Tiveste a reacção mais estranha ("Putain...") quando, de todos, escolhi este livro. Nunca tinha lido Sylvia Plath, sabia apenas o seu teor de ouvir falar, julgava-a neblosa, triste, intensa. É. Engraçado que as duas pessoas com quem falei sobre ela me disseram "cortante." e "é como facas.". Não é?
No início estava a ser quase assustador lê-la, identifiquei-me com tantas coisas que lhe passavam pela cabeça, o filtro que tinha nos olhos. Mas depois é a descer e arrasta-nos com ela. É mesmo isso, é querer respirar e não ter ar, não o encontrar em nenhum lugar.
Quero mais.

11.11.07

da gaita




Finalmente surgiu a oportunidade de aprender o instrumento que mais me fascinou desde que oiço música. E isso já leva uma porrada de anos.
Acontece que só recentemente descobri que apesar de gostar de pianos, de violoncelos, de instrumentos clássicos em geral, o que me faz vibrar é a música feita pelo povo e não há nada mais campestre mais da terra do que a gaita de foles.
Senão vê. Reza a história que a gaita (picha em galego, não facilitam também...) surge intimamente ligada ao clima serrano. Com um ronco que faz lembrar a ronca do farol, dizem que o pastor levava a gaita para o monte, para onde ia pastar as ovelhas, e quando baixava o nevoeiro tocava a gaita, cujo som pode ter até um km de alcance, para chamar os bichos. Daí o fole que prolonga o sinal.
A questão é, está a ser um verdadeiro desafio a par de um empenho que devia dedicar a outras coisas, segundo a minha mãe. É difícil. Quando faço coisas, quando toco flauta, quando aprendo um ritmo, quando treino nas teclas, as coisas saem bem. Quando pego na gaita de foles faço força e fico tensa e tento e tento e sinto que nunca vou conseguir porque sou fraquinha dos braços mas depois oiço um Bailate Carolina ou uma Vals de Miró, que são tão simples e tão bonitas, e penso que na na, vou conseguir e vou tentar e esfarelar músculos do braço, da boca, de one for preciso, mas hei-de ser uma gaiteira lampeira!