este é o resultado de uma tarde de domingo, de 3 horas a recortar biscoitos e a levá-los ao forno.
fiz aí uns 200. ok, 100 é mais modesto. mas foram muitos.
vou contá-los e depois digo.
29.4.07
lonely weekends
Postado por
joui
às
11:27 p.m.
1 comentários
24.4.07
retorno às origens
Já tinha saudades de acordar tão mal disposta como acordei hoje.
bom dia, vida
Postado por
joui
às
10:01 a.m.
0
comentários
18.4.07
it could be the cure for anything
Já sei que já sabes o que fiz enquanto andaram a passear os rabinhos por terras celtas.
Depois veio o rapazola e, com ele, a impossibilidade de passar tempo no meu quarto, quanto mais arrumá-lo.
Depois há todo o cenário de tirar todas as coisas da mesa e pô-la bonitinha para o Compasso (senhores da Cruz) que acabam por não comer nada e só beberricar um bocadinho de vinho do Porto (em todas as casas, claro). Ah. E todos os anos temos a visita da querida da Tia Maria Ângela que gosta de fazer sugestões sobre as vestimentas das sobrinhas mais novas, não se esquecendo de apalpar novos inchaços e saliências que surjam durante o tempo que não nos vê. Claro que ela agora já não se lembra da última vez que nos viu e ninguém gosta de beliscões nas maminhas e no rabo, por isso já ninguém se chega perto dela. eheh.
É só uma inovação de gerações.
epois, a tradição que trouxemos há 10anos de Inglaterra. Só que há 10 anos eram Cadbury's Creme Eggs que escondíamos no jardinzinho genial que tínhamos em casa. Agora, todos os anos, o quintal da Avó Ana é arrasado por selvagens que farejam chocolate. A Avó Ana queixa-se todos os anos por amor às suas queridas plantinhas, mas é sempre de sorrisinho no olho. Já toda a gente sabe quando ela finge que está zangada.
Postado por
joui
às
11:59 p.m.
0
comentários
11.4.07
dumbs of dublin
em roma sê romano, né.
e depois bloqueado nos bares!estava a olhar para os bebés do meu timbalão
em akrow
trinity college
faz-me rir tanto, esta
aquilo à volta da barriga é a j lo "inchada"
eu explico, isto é dumblinia, acho que um museu para crianças, mas divertimo-nos para cacete a fazer como elas. e os vikings eram mariquinhas e não usavam corninhos.
mackay no mercado de escravos
j lo
e era disto de vez em quando
só eu caí em tentação
jo & jo
nem na terra dela a rita cede à jola
tudo pelas wellie's
The happy ring house!feel stuck in your life? call laura.
Postado por
cursed eyes
às
8:51 p.m.
2
comentários
10.4.07
we don't own it
estou exausta
acabei de chegar há umas quatro horas atrás e sinto-me ainda acelerada, atrasada, a querer acompanhar coisas que continuam paradas
a viagem foi tão boa. arrepio-me só de pensar no que vem agora, mas com esforço, dedicação, as coisas vão sendo feitas
estou tão cansada. não durmo há mais de 24 horas e mesmo assim não quero dormir porque passei cinco dias sem ouvir música
e ninguém me calava o bonnie durante todos estes dias
as almofadas não me são estranhas, estou cada vez mais maleável e sinto que estou cada vez melhor para fazer disto a minha vida
mas é sempre tão bom regressar a casa. estava tão ansiosa por voltar a casa, depois da noite no aeroporto sem sono, da viagem de avião a ler toda a reportagem e publicidade da revista que trouxe, do metro e do comboio interminável. a minha casa cheirava tão bem, tu sabes, páscoa.
tanta coisa que não quero esquecer
que tarde linda ao pé do mar
que escarpas mais belas e brutas
não encontrei nenhum trevo, acredita
mas rebolei muito naquela relva
e faltavas tu
não podes faltar a mais nenhuma
Postado por
cursed eyes
às
8:45 p.m.
1 comentários
5.4.07
não sei
bem a letra
mas é mais ou menos
when you're alone there's no one to hurt you
o concerto foi tão bonito
estou em paz
não me apetece ensacar nada
quero leite com mel
and love you
ci vediamo dopo amiga, trago-te um trevo, talvez chá de trevo de quatro folhas te tire essas coisas.
Postado por
cursed eyes
às
1:26 a.m.
1 comentários
2.4.07
29.3.07
Kodak music: You press the button, we do the rest
These times are filled with fancies strange and queer,
Electric snaps are now familiar things,
New wonders great are bobbing up each year.
In olden days for pictures they would sit,
In attitude like this an awful guy!
But now a days the Kodak changes that,
And photographs are captured on the fly!
Isn't it simple? Isn't it quick?
Such a small box, It must be a trick!
How do you work it? What is the test!
You press the button, we do the rest!
No longer is a cottage small our home,
Apartment buildings come to take their place,
We all before the janitor bow down,
The elevator boys the toughest case!
He's always down when you are at the top,
When you're in haste, he's reading or asleep!
You ring an hour and then an hour you wait,
You swear and he replies, well walkin's cheap.
Isn't it tiresome? Isn't it slow?
He makes you wait above or below,
Oh what a nuisance! Oh what a pest!
You press the button, he takes a rest!
Last week I traveled far into the West,
To Iowa and Kansas both I went,
And plainly saw how Prohibition works,
'Twas funny just as an experiment.
A hotel man may keep a stock of drugs,
And when the thirsty pilgrim seeks the bar,
The clerk, with many smiles will read the rules,
As posted ont9he door and there you are!
One ring for water, Two rings for ice,
Three for a lemon, or sugar or spice.
Don't give the snap away, This their request!
You press the button, They do the rest!
Postado por
joui
às
11:42 p.m.
2
comentários
inspirations .2
é claro que, quando alguém se estiver a sentir especialmente generoso, uma assinaturazinha era especialmente bem recebida :)
Postado por
joui
às
11:12 p.m.
0
comentários
inspirations
Comecei a perceber que já não são as palavras. As expressões processam-se em fases, talvez. Agora surgiu o novo amor.
Picturing.
Até onde?
A (in) existência de limites é explorada na exposição do Musée de l'Elysée, Lausanne: Tous Photographes !
uma snifadela doutros ares, calor humano e estimulações. diversas. it could be happiness.
Postado por
joui
às
11:04 p.m.
0
comentários
Noah takes a photo of himself every day for 6 years.
http://everyday.noahkalina.com/
Postado por
joui
às
11:03 p.m.
3
comentários
27.3.07
under the influence

Depois de Málaga, quem diria?
Bem que Genève bate 15 a 0. Ar condicionado e tal, quentinho, não tem avisos de 10 em 10 minutos.
Tem ainda, como bónus, um sem abrigo que se diverte a guardar a porta do aeroporto - "tu viens dormir ici aussi?"
yeah yeah mec, tout à fait
Postado por
joui
às
10:22 p.m.
0
comentários
25.3.07
Parabéns Preto!

Lembras-te, era isto que eu não queria na altura, que elas ficassem em cima de ti
claro que isso deu azo a piadas fáceis e tal
mas ficaste bem enquadrado
como estás agora, cena perfeitamente repetível
um abraço bem forte daqui
preto das palavras fáceis
Postado por
cursed eyes
às
11:12 p.m.
0
comentários
24.3.07
gostei de o ler, aqui o partilho
As tradições da tradição
| | |
| 15-Jan-2007 | |
| por Miguel Cardina. Originalmente publicado no programa canto nómada de André Moutinho.
Na Idade Média, a expressão tradutore traditore era usada para caracterizar o acto de traduzir. Quem traduz necessariamente trai. Ou, para utilizar uma expressão opular mais próxima de nós, quem conta um conto acrescenta um ponto. Mesmo que inconscientemente. Todos nós apropriamos de maneira pessoal as narrativas que lemos ou ouvimos, os gestos que fazemos, a própria língua que falamos. A aprendizagem cultural é feita, pois, como se estivéssemos num permanente jogo de segredos, passando a palavra ao companheiro do lado e recebendo-a recriada no final da roda. Quando transmitimos as histórias, os gestos, as palavras, é um pouco de nós que também ali vai. Se assim não fosse, o passado viveria tão colado à nossa pele que não seria outra coisa senão o próprio presente. Felizmente não é assim. Constantemente traímos. Deste modo, a pior traição é aquela que finge que não existe, aquela que acredita que entre o passado e o presente se estabelece uma relação de transparência, de continuidade absoluta. Quem nisto acredita, ilude-se: não só nenhum de nós transmite passivamente os legados culturais como, muitas vezes, aquilo que nos parece ter raízes profundas foi, na verdade, criado numa esquina próxima do tempo.
Os séculos XVIII e XIX foram particularmente pródigos na invenção de tradições. Estamos na altura em que se processa o nascimento dos Estados-Nação, e era necessário mostrar especificidades nacionais que legitimassem essas realidades políticas. O interesse pelas tradições populares – com o folklore, à cabeça – vem daí. O século XX prolongou este processo, no quadro dos totalitarismos emergentes. Entre nós, é possível apontar vários exemplos desta fabricação institucional de marcas identitárias designadas como eternas ou imutáveis. Dos ranchos folclóricos à domesticação do fado, do galo de Barcelos à portugalização da saudade, uma boa parte da cobertura ideológica do Estado Novo foi construída com recurso a este expediente. Nos dias de hoje, o processo de revalorização cultural das particularidades socais deixa-se frequentemente seduzir por esta invocação de uma memória supostamente mais «remota» e «autêntica». Repare-se como em alguns festivais étnicos ou feiras medievais é comum observar-se uma ânsia em reproduzir fragmentos cristalizados do passado, que acabam por patrocinar uma formatação mitológica da memória colectiva. Esta romantização do tempo e do espaço tem ainda um outro reflexo na rapidez com que se criam «tradições» e no modo indiscriminado como a palavra vem sendo usada: em diferentes lugares e circunstâncias, um acontecimento que se realize pela terceira ou quarta vez consecutiva arrisca-se a ser visto como uma «tradição recente». Esta estranha expressão dá conta de um certo conservadorismo difuso em muitas franjas sociais, que tendem a ver a simples invocação da «tradição» como argumento legitimador de acções e discursos que se pretendem colocar em prática. Curiosamente, o recurso constante à «tradição», mais do que introduzir acrescentos de memória, induz à amnésia. Uma comunidade obcecada pela nostalgia não é necessariamente uma comunidade mais atenta ao substrato cultural de onde vem. Pelo contrário, ela vive numa constante presentificação do tempo acontecido que dificulta a retrospecção crítica e tende a eliminar a diferença que o próprio passado constitui. Estas reflexões parecem-me particularmente interessantes no contexto específico da música vulgarmente etiquetada como «tradicional», «popular», «folk», «étnica», etc. Expressões enganosas se com elas se pretende sugerir algum tipo de pureza. Talvez «música nómada» – tomando de empréstimo o nome do programa – desse melhor conta daquilo que na maioria das vezes se ouve sob esse rótulo. Sem citar nomes, uma série de grupos portugueses tem vindo a mostrar que a música «tradicional» – ou «nómada», se preferirmos – não é menos criativa do que as outras. Encarando o passado como ruína, como vestígio, estes grupos têm feito música sem receio de utilizar descaminhos e invenções. Sabem, enfim, que aquilo que se chama «tradição» é apenas um conjunto de acrescentos sedimentados. Uma letra “d” a tentar, traiçoeiramente, encaixar-se no meio da palavra certa. |
Postado por
cursed eyes
às
12:33 a.m.
0
comentários
20.3.07
oldies
também andei a fazer coisas menos precisas...
esta primeira é a melhor fotografia de todos os tempo, yé


Postado por
cursed eyes
às
6:27 p.m.
0
comentários
como estou a fazer o cartaz para a próxima semana, andei a mexericar mais ilustradores e encontrei esta maravilha da colagem, o peter clark:
olha só que maravilha de vaca
Postado por
cursed eyes
às
6:19 p.m.
0
comentários

.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
