7.1.09

um dia de roteiro

quando a rita esteve em braga, passamos um dia inteiro a caminhar de um lado para o outro, e no final do dia apercebemos-nos que tínhamos feito um roteiro de braga verdadeiramente aconselhável a turista. por isso aqui o deixo.

neste site tem um mapa da cidade de braga, podem consultar as ruas se quiserem

à noite, antes do jantar, fomos ao "ferreira k" na rua dos capelistas, um café antigo da cidade, recentemente renovado.



depois do jantar, o tiago voltou-se a juntar a nós no "espaço 14", uma casa restaurada na rua de chãos com muitos elementos de cultura tradicional minhota, cabeçudos, comércio justo e artesanato. entre livros e filmes, permite várias formas de estar, todas elas muito descontraídas.


no dia seguinte, nada melhor do que começar com uma passeata na zona velha da sé (foto da rita)

e de outra passeata na melhor livraria da cidade, a 100ª página. esta livraria fica bem na avenida central, num edifício restaurado, concebido por um dos maiores arquitectos da cidade, andré soares. tem o atendimento mais caloroso e bem informado que alguma vez já vi, e promove muitas iniciativas interessantes, especialmente para os mais novinhos. quem quiser apenas coscuvilhar os livros, também o pode fazer enquanto saboreia uma tarte caseira.


outra caminhada se seguiu, com paragem na rua de santo andré na casa cabeça negra, uma casa antiga da cidade, mas só recentemente reaberta por familiares mais jovens. é como entrar num rebuçado, bem cheiroso e tranquilo. como estávamos bem perto, parámos na mapa kyoto, no campo novo, onde a r. se surpreendeu a ela mesma com uns sapatos...de menina!

e eis que telefona a compincha, que está perdida no carandá.
ainda bem.
aqui estão as cores do chá, uma sala quente, bem acolhedora, localizada no já desolador mercado cultural do carandá. uma potência de cultura completamente deixada ao abandono. não por fraca tentativa, mas por fraco interesse da comunidade bracarense...uma pena, e uma desmotivação para quem quer trazer cultura a uma cidade que tanto precisa.


e, por fim, a velha a branca, na esquina do início da rua de santa margarida. um prédio reabilitado por duas dezenas de amigos, com tudo o que se possa imaginar a decorrer lá dentro. uma mais valia nossa. (fotos da rita)






2 comentários:

kate disse...

q inveja!!!...é incrivel como não conheço quase nenhum desses sitios!ainda bem q volto em abril!

maicher disse...
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